domingo, 5 de setembro de 2010

Balanço de Branco

"Arte de rua"


A história por trás da foto. Eu estava no meio de uma sessão de fotos com uma de minhas modelos quando estes garotos se aproximaram para olhar de perto o que estávamos fazendo. Não demorou muito para que eles pedissem para que eu tirasse uma foto deles. Eu ia ignorá-los e continuar o trabalho quando minha modelo disse: “a tira uma foto deles, só uma”. Eles fizeram pose e tudo. Resolvi dar a eles os seus 15 min. de fama. Especificações: Canon 50d com lentes telefoto de 28-135mm da Canon no zoom de 44 mm, f/5 a 1/60 de segundo e ISO 200. Divirtam-se!

E ai galera fã de fotografia, eu estou de volta para apresentar mais algumas dicas importantes para se tirar boas fotos. Seja a fotografia como uma profissão, ou somente como diversão, o domínio das funções básicas de câmera, e de algumas técnicas fotográficas pode ser bastante útil para expandir o lado criativo de qualquer fotografo.


Atingindo um balanceamento de branco correto

Cartão para balanço de cores
Expodisk
Um outro aspecto a ser considerado quando se vai tirar uma foto é o balanço de branco. Balanço de branco é o processo de remoção de qualquer cor excedente ou desbalanceada de uma foto de forma que o branco visto na vida real seja representado corretamente pela câmera. Dependendo do ambiente em que se está fotografando e sob quais condições de iluminação estamos expostos, é necessário escolher uma configuração adequada para que a cor branca sejam renderizados realmente como branco. Nossos olhos são excelentes para julgar o que é branco em diversas condições de luz diferentes, no entanto, as câmeras fotográficas apresentam grande dificuldade de definir o que é branco em seus sistemas automáticos de balanço de cor. Por isso é recomendável que esse balanço de cores seja feito manualmente pelo fotografo. As câmeras atuais oferecem uma grande variedade de variações de ambiente a serem escolhidas pelo fotografo como: Sol, sombra, tempo nublado, luz fluorescente, luz incandescente entre outras. Mas para atingir um balanço de cores perfeito é recomendado que se crie um balanço de branco personalizado que é criado momentos antes de você tirar a foto. Existem varias formas de atingir um balanço de branco mais confiável. Uma das formas mais utilizadas com as câmeras digitais é a de se fotografar antes de uma sessão um cartão contendo várias cores e tons de cinza, para que mais tarde o balanço de corres possa ser feito no Photoshop. Uma outra opção que está se popularizando entre os fotógrafos profissionais por sua praticidade é o uso de um acessório chamado Expodisk. Antes de se iniciar uma seção de fotos você coloca este disco em frente as lentes da câmera e tira uma foto do ponto de vista de quem vai ser fotografado, mirando a câmera para a fonte de luz e retirando uma foto que será usada como matriz para esse balanço de cores.

domingo, 15 de agosto de 2010

Aprendendo Sobre Exposição


"Suas Verdadeiras Cores"


Esta foto foi retirada em uma das sessões que fiz com a modelo Bárbara Iolanda. Sua expressividade e seu olhar característicos geram um tom bastante intimista nesta foto. Procurei trabalhar as cores de forma harmônica, combinando a maquiagem com o fundo para enfatizar ainda mais a sensibilidade passada pela foto. O resultado foi uma imagem bastante colorida e viva. Especificações: Canon 50d com lentes telefoto de 28-135mm da Canon no zoom de 135 mm, f/5.6 a 1/160 de segundo e ISO 400. Divirtam-se!


Olá para todos, estou de volta para mais uma postagem no blog. Essa semana vamos visitar outro assunto de extrema importância no campo da fotografia, a Exposição. Gostaria de agradecer a todos que tem visitado o blog e que tem feito dele este sucesso que está sendo. Gostaria que deixassem seus comentários, críticas e sugestôes para que eu possa  aprimorá-lo ainda mais.

Artigo:


Aprendendo Sobre Exposição

    Antes da chegada da fotografia digital a palavra exposição se referia ao tempo em que o filme fotográfico ficava em contato com a luz para formar a imagem. Era necessário que todo o filme fosse gasto para que ele então pudesse ser retirado da câmera e enviado a um laboratório para ser revelado. Se após a retirada desse filme da câmera, ele tivesse contato com a luz ambiente, dizia-se que o filme foi “queimado”, ou seja ele fica inutilizado.
 Com a fotografia digital a coisa muda um pouco de figura. No local do filme foto-sensível você tem o sensor da câmera, que capta a luz, transformando-a em impulsos elétricos para que então a imagem seja formada e processada no micro-computador presente na câmera. Uouh! Todas as fotos são mantidas em um cartão de memória, podendo ser transferidas ou impressas a qualquer momento.
    Apesar da diferença apresentada acima, o conceito básico de exposição não mudou. Ele ainda é baseado no tripé Velocidade do Obturador/Abertura (da Lente)/ ISO como era nas câmeras antigas.

Velocidade do Obturador rápida.

Velocidade do Obturador se refere ao tempo em que o sensor digital fica exposto a luz. Nas câmeras modernas esse tempo pode ser controlado pelo fotógrafo, podendo ser ajustado a velocidades desde 30 segundos, até 1/8000 de segundo, podendo variar um pouco conforme o modelo da câmera.
Velocidade do Obturador lenta.


F-stop: f/1.4
Abertura é o tamanho da abertura da lente quando a foto é tirada. Quando você pressiona o botão do obturador a lente se abre e capta um instante da sena que você está vendo. Quanto maior essa abertura, mais luz é captada pela câmera, quanto menor a abertura, menos luz é captada pela câmera. A Abertura é medida em “F-stops” como por exemplo f/2,8, f/5.6, f22, etc. Movendo-se de um F/stop maior para um F/stop menor você dobra a quantidade de luz que atinge o sensor da câmera.
F-stop:F22

 Por exemplo: se movendo de F/22 para F/16 você está dobrando a quantidade de luz que entra na câmera.

Da mesma forma, movendo-se de um F/stop menor, para um F/stop maior você corta pela metade a quantidade de luz que atinge o sensor da câmera.

Por exemplo: se movendo de f/8 para f/11 você corta pela metade a quantidade de luz que entra na câmera.

Atenção: Uma coisa que confunde bastante os fotógrafos iniciantes é o fado de que Aberturas maiores recebem F/stops menores (mais luz entra na câmera ao se diminuir o F/stop), assim como Aberturas menores recebem F/stops maiores (menos luz entra na câmera ao se aumentar o F/stop). Ou seja, a relação entre a abertura da lente e o número do F/stop é inversamente proporcional. Então de fato f/2.8 representa uma abertura na lente bem maior do que f22. Parece estranho, mas com o tempo vocês pegam o jeito da coisa.
    E por fim, vamos falar de ISO, que representa a sensibilidade do sensor a luz. As câmeras atuais tem ISO’s que podem ir desde de ISO 50 no lado mais baixo até ISO 64000 no lado mais auto. Quanto maior o ISO, maior a sensibilidade do sensor a luz. Estas sensibilidades ampliadas permitem que a luz seja captada em ambientes cada vez mais escuros. Ou seja, menos luz é necessária para se captar uma exposição correta sem que seja necessário o uso de flash. Mas tudo isso tem um preço. Quanto maior o ISO, maior a presença de “ruído” digital nas fotos. Por este motivo é recomendável que seja utilizado o menor ISO possível para que se possa garantir uma imagem de melhor qualidade.


ISO 6400 (nível de ruído elevado).

É através da interação destes três elementos base: Velocidade do Obturador, Abertura da Lente e ISO (sensibilidade do sensor digital) que as exposições fotográficas são calculadas. Aprender a controlar esses três elementos de forma segura e intuitiva significa abrir as portas para uma fotografia digital criativa e sem limites.

Por Carlos Santos.

 Dica de Site

A dica de site de hoje é quentíssima e trás o fotografo norte americano Joe Mcnally. Joe é descrito pela revista American Photo como “talvez o mais versátil fotogjornalista trabalhando atualmente”, e é listado como estando entre as 100 pessoas mais importantes na fotografia. Ele também foi agraciado pela Kodak em seu arquivo online de pessoas consideradas lendas da fotografia. Da mesma forma a Nikon inc. o agraciou colocando-o em seu web site na lista de fotógrafos de prestígio percebido como uma “Lenda por traz das lentes”.

Aqui vai o link para seu portfólio

sábado, 7 de agosto de 2010

Modificando a luz

 
"De volta a Hollywood"

Uma boa interação entre a modelo e o fotógrafo faz muita diferença. Nesta sessão que ocorreu há uma semana atrás a modelo, e minha amiga, Lara, se involveu realmete com as fotos e teve papel fundamental no resultado final. A parte do seu visual Fashion e característico roubou a cena. Sua naturalidade e charme diante das cameras rendeu algumas boas fotos. Esta foto em especial me passou um ar Hollywoodiano que gerou a ideia para o look dessa foto. Especificações:Canon 50d com lentes telefoto de 28-135mm da Canon no zoom de 53mm, f/4,5 a 1/60 de segundo e ISO 400. Divirtam-se!


Olá pessoal, estou de volta com mais dicas para quem está começando a se inveredar por este assumto fascinante que é a fotografia. Aos poucos vocês vão perceber que existe muito mais por tras de uma boa fotografia do que simplismente apertar o botão da câmera. Mas isso não quer dizer que se trate de técnicas complicadíssimas e que  para tirar boas fotos você precisa dos equipamentos mais sofisticados do mercado. Espero que, acima de tudo, vocês se divirtam ao fotografar e façam o maior número de experimentações possíveis


Artigo:
Modificando a luz: O uso de refletores como forma de redirecionar a luz.

Conforme mencionado na última postagem, a luz tem papel fundamental na fotografia. Assim, saber manipular a luz para que ela seja usada ao seu favor e não contra você é um dos atributos fundamentais para um fotógrafo profissional.


Uma das formas mais importantes e utilizadas para modificar a luz na fotografia é o uso de refletores. Eles têm basicamente a função de alterar a direção da luz que incide sobre eles fazendo com que essa luz seja redirecionada para as árias que o fotografo deseja.

Normalmente estes refletores podem ser encontrados nas cores prata e dourado.  O prata é mais utilizado em estúdio porque combina mais com a luz emitida pelo flash. No caso de uso externo quando a intenção é refletir a luz natural que vem do sol, o refletor dourado é mais utilizado, uma vez que atribui cores mais quentes para a pele da pessoa que está sendo fotografada, o que geralmente cria um visual mais agradável para a foto.
   
Apesar de poder ser utilizado como luz principal, os refletores são normalmente utilizados para preencher as áreas de sobra de uma foto reduzindo o contraste entre a luz e a sobra criando assim um efeito mais agradável aos olhos.
   
Uma importante questão a ser considerada ao se utilizar um refletor é que o seu tamanho influência de forma fundamental o seu resultado final. Refletores grandes são mais eficientes e cobrem uma área maior do que os refletores pequenos.

Por Carlos Santos.

Dica quente: 
Onde focar?

Hoje vou apresentar uma dica fundamental para quem como eu gosta de fotografar pessoas. Se você tem uma camera do tipo DSLR, você provavelmente sabe que pode escolher pontos na tela que indicam onde vai ser direcionado o foco automático.  A dúvida é onde devemos posiciona o ponto de foco quando estamos fotografando uma pessoa?   A resposta é simples é só focar nos olhos. Os olhos é uma das partes mais importantes de um retrato, se o olho estiver disfocado a foto não tem nenhum valor.

Dica de site: 
Hoje vamos visitar o portifólio de um fotografo de casamentos fantástico Ed Atrero. O fotógrafo, conhecido como ninja da fotografia de casamento, apresenta em seu trabalho características marcantes por atuar com presença discreta. Trabalhando nas sombras, expressão que gosta de usar, Ed Atrero fotografa calmamente. Atento e documentador de intenções consciente que cada casamento é único e muito especial. “Meu desafio é a cada semana, em cada casamento capturar imagens inéditas, que vão além do comum”, explica.
Aqui vai o link do seu portfolio.
http://www.atrerophoto.com/#mi=2&pt=1&pi=10000&s=0&p=2&a=0&at=0

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Aprendendo a perceber a luz

"Na porta de casa"
Esta foto foi tirada algumas semanas atrás. A idéia foi utilizar um ângulo de visão bastante baixo para dar uma perspectiva diferente na foto. O resultado foi essa belíssima foto, uma das minhas favoritas. Especificações de Câmera: Canon 50d com lentes telefoto de 28-135mm da Canon no zoom de 85 mm, f/5,6 a 1/100 de segundo, com ISO 200. Divirtam-se!


Artigo:
Aprendendo a perceber a luz

            Uma parte fundamental na fotografia é o estudo da luz. O conhecimento de como a qualidade de luz pode influenciar a imagem captada por uma câmera, pode fazer a diferença entre uma bela foto e uma foto inutilizável. Isso tem a ver com a forma com que os sensores das câmeras registram a luz. Ao contrário do olho humano, que consegue perceber milhões de cores e uma variação tonal relativamente grande, mesmo as câmeras digitais mais modernas só conseguem captar parte dessa amplitude.
 O reflexo disso é que em situações extremas de contraste, como em um dia ensolarado, por exemplo, onde a diferença entre a parte exposta ao sol e uma área na sombra é bastante grande, a câmera não consegue captar essa variação completamente. Ou você ajusta a câmera para captar as áreas mais claras da imagem, perdendo a informação nas áreas mais escuras, ou você ajusta para captar as áreas mais escuras e perde informação nas áreas mais claras da imagem. Esse é um dos motivos pelos quais os fotógrafos de paisagem preferem fotografar de manhã bem sedo, ou no fim da tarde, onde a variação de contraste é menor.
Outra questão importante é a qualidade da luz.  Existem basicamente dois tipos de luz, a luz “dura” e a luz “suave”. Um exemplo de luz “dura” é a luz direta do sol em um dia ensolarado, um exemplo de luz suave é a luz que se tem em um dia nublado. A luz boa para fotografia é a luz suave, sendo a luz dura usada somente para causar efeitos estilísticos. Existe uma relação bastante simples para determinar a suavidade da luz: quanto maior a fonte de luz, relativa ao tema a ser fotografado, mais suave é essa luz.
Voltado ao exemplo do sol. Imagine que você vá fotografar uma pessoa que está recebendo luz direta do sol, estando o sol atrás de você e de frente para quem você vai fotografar. O primeiro problema vai ser fazer com que a pessoa fique com os olhos abertos (ninguém gosta de olhar para o sol), o segundo vai ser fazer com que ela saia bem na foto. Isso acontece porque, relativo a quem você está fotografando, o sol é uma pequena bola de luz distante no céu, fazendo com que sua luz seja “dura” e imprópria para a fotografia. No caso do dia nublado, ou de se estar fotografando em uma área na sombra, a fonte de luz (no caso o sol) é difundida por uma área maior, fazendo com que essa fonte relativa a pessoa quem você vai fotografar se torne bem maior, o que gera uma luz mais suave e mais agradável de se ver em uma fotografia.
Para quem não sabe, Fotografia significa escrita com a luz, por isso a importância de se compreender e estudar este que é um dos elementos fundamentais da arte de fotografar. Sem compreender a luz o fotografo está literalmente no escuro!

Por Carlos Santos.

terça-feira, 27 de julho de 2010

A arte da fotografia

Bem Vindos, esta é minha primeira postagem no blog, espero que se divirtam e voltem sembre.

"O monstro no Lago"

Esta foto foi tirada as margens da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte. A idéia aqui foi brincar com as expressões das meninas para gerar um efeito dramático na foto. Estava escurecendo bastante rápido neste dia, então aproveitei ao máximo o tempo de luz disponível para tirar o maior número de fotos possível. O resultado foi um sequência muito legal de fotos. Especificações de Câmera: Canon 50d com lentes telefoto de 28-135mm da Canon no zoom de 33mm, F7,1 a 1/80 de segundo, com ISO 250. Divirtam-se!

Bom gente, o meu nome é Carlos Santos, sou fotografo, e o objetivo desse blog é gerar e compartilhar discussões e conhecimentos em torno desse assunto fascinante que é a fotografia. A fotografia será por mim tratada como arte, sem deixar de lado os seus aspectos teóricos e técnicos que a tornam tão variada. Tentarei dessa forma ajudar fotografos iniciantes que como eu gostam de estudar e se aperfeisoar mais e mais nessa arte.

Artigo:

As Novas Tecnologias e a Fotografia.

            Com a chegada da era digital a fotografia vem tomando novos rumos. Ela tem se tornado cada vez mais acessível e hoje conta com milhões de adeptos ao redor do mundo. Além disso, o uso de softwares como Photoshop e Lightroom tem sido considerado por muitos como essencial no repertório do fotógrafo moderno, que não mais se limita as definições de cor, brigo, e tom gerados inicialmente pela Câmera. Isso faz com que a fotografia se torne cada vez mais variada, sendo possível notar grandes diferenças visuais nas fotos de um fotógrafo para outro.
            Apesar desses softwares serem muito conhecidos por terem a função de “melhorar” e até mesmo “corrigir” erros e falhas na imagem registrada (falaremos bastante sobre isso nas próximas publicações), eles não suprem de forma alguma o conhecimento necessário e a prática de um bom fotógrafo. Neste sentido, a idéia principal que se deve ter é de conseguir executar o melhor trabalho possível em câmera, para que se possa passar menos tempo preso na pós-produção de seus trabalhos e tenha mais tempo disponível para fazer o que a gente realmente gosta de fazer, fotografar. Assim, esses softwares se tornam muito mais efetivos quando utilizados para “refinar” o seu trabalho, ao invés de “corrigir” os erros que você cometeu.    
            O mesmo raciocínio sobre o papel da tecnologia citado acima pode ser transferido ao uso que o fotógrafo faz de sua câmera. O fotógrafo norte americano Rick Sammon costuma a dizer que: “Câmeras não tiram fotos, pessoas sim”. Isso significa que, com a alta tecnologia que podemos apreciar nas câmeras DSLR de hoje é muito cômodo para um fotografo deixar com que a câmera faça tudo automaticamente para ele, as câmeras de hoje são bastante inteligentes, mais inteligentes do que muitos imaginam, e podem tirar boas fotos sob as condições de luz mais adversas. No entanto, é papel do fotógrafo de hoje conhecer seu equipamento a fundo. Saber trabalhar com as funções manuais da câmera pode significar a diferença entre ser um dos milhares de fotógrafos que estão espalhados por ai, ou ser um fotógrafo que se destaca. Afinal de contas, para que pagar milhares de reais em câmeras avançadas se no fundo você vai fazer o que as câmeras portáteis fazem? Mirar, e desparar! É você fotografo, que deve controlar a câmera, e não ela te controlar. É seu papel prever quando a câmera pode falhar e o que fazer para contornar esta situação, é seu papel saber usar seu equipamento de forma criativa e inteligente para criar fotos que sejam únicas, e que acima de tudo, representem o seu estilo de fotografar.
            Em fim, não seja escravo da tecnologia. Por mais redundante que possa parecer, a alta tecnologia não vai te servir de nada se você não a tiver em suas mãos. Em outras palavras, não se limite por causa de um equipamento que ainda não pode comprar, saiba utilizar aquilo que você tem em mãos para aprender a ser mais criativo. Invente soluções baratas e divertidas para criar efeitos de luz e de imagem e você vai estar aprendendo muito mais do que quem simplismente sai e compra os melhores equipamentos que tem no mercado mas não sabe utilizá-los de forma criativa. A fotografia nos dá a possibilidade de congelar para sempre um momento específico do tempo, que não volta mais. Faça bom uso desse poder e do seu tempo e fotografe mais e mais.

Por Carlos Santos.

Dica de site: 
Regularmente vou postar alguns sites de fotografos que considero serem fote de inspiração para mim e que pode servir também para vocês leitores. O primeiro fotografo a participar dessa seção será o fotografo norte amercano Scott Kelby, muito famoso por suas abilidades com Photoshop. Aqui vai o link para seu portfolio: